Só quero o nosso bem. O meu bem. O teu bem. O bem independente de nós, do ser e do não ser. Do ter... É melhor que seja agora, que a onda passe e a maré acalme. Agora que está tudo bem. Sem desentendidos. Tudo bem compreendido e aceitado. Só basta o sentimento se acomodar e voltar ao estado que já se encontrou todas as outras vezes. Porém agora mais leve. Conformado.
É chegada a hora do ciclo em que devemos nos ajeitar e reencaixar cada um em seu lugar da forma mais confortável possível. Hora de retornar pro casulo e retomar o estado de hibernação. Não olhar para trás. Fechar os olhos e procurar um novo mundo pra se abrigar e reconstituir a calma. 
Não é que seja necessário apagar tudo. As marcas nos ensinam onde pode ou não pisar. Onde afunda ou onde fica atolada. E assim a gente percebe o que vale a pena ou não, também. A vida é tão contraditória quanto a história que já obrigou-nos a parar de escrever e a continuar tantas vezes novamente. Uma hora a gente ganha na insistência ou perde a marra. Amarra. Amara.

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